BARES EM SÃO PAULO
BOTECO
A Juriti – Rua Amarante, 31 - Cambuci
O tempo passa, o tempo voa e A Juriti permanece igualzinha. Fundada em 1957, numa travessa da Avenida Lins de Vasconcelos, faz jus aos genuínos botecos, com balcão de padaria, mesinhas de ferro e freguesia de longa data. Pela extensa oferta de tira-gostos, a casa se auto-intitula "A Rainha dos Aperitivos". São 32 sugestões, como a famosa calabresa joana d'arc (preparada num fogareiro a álcool), a rã à dorée, a codorna ao alho e óleo e um apimentadíssimo bolinho de bacalhau. Para beber, além do chope (Brahma), faz sucesso a batida de amendoim.
Mercearia São Pedro – Rua Rodésia, 34 – Vila Madalena
Um botequim de personalidade e história debuta no rol dos campeões. Foi no longínquo e marcante ano de 1968 que o paulistano Pedro Benuthe (1917-1996), filho de imigrantes sírios, abriu a Mercearia São Pedro. No começo, era uma vendinha de secos e molhados com ares interioranos. O ponto da Rua Rodésia, na Vila Madalena, só virou boteco mesmo em 1972. Inicialmente contra a mudança, o patriarca acabou convencido pelos filhos, Pedro e Marcos, hoje à frente da administração. Apesar do reduzido espaço interno, os dois irmãos mantiveram a mercearia (que oferece desde sabão em pó até groselha Milani) e ainda encontraram lugar para montar uma locadora de vídeo e uma livraria, cheias de títulos legais e tudo caoticamente organizado. O cenário é pitoresco. Nas prateleiras, obras de Nelson Rodrigues, Jorge Luis Borges e Gilberto Freire disputam espaço com as garrafas de bebida. Por todo esse astral, as mesas espalhadas na varanda atraem uma moçada intelectualizada. Os papos, claro, giram em torno de cinema, literatura, música... Enquanto arremata uma cervejinha (na verdade, várias), a clientela belisca de tremoço e amendoim japonês às receitas da família. Entre elas estão a carne de panela, preparada de segunda a quarta, e o saboroso sanduíche de pernil no pão francês, às quintas e sextas. Se quiser provar os pastéis "de feira" (carne, queijo, palmito e carne-seca), chegue cedo. De segunda a sexta, entre 19 e 21 horas, os garçons oferecem o petisco nas mesas - e não costuma sobrar nenhunzinho para contar história.
CHOPE
Astor – Rua Delfina, 163 – Vila Madalena
Dos mesmos donos do Original e do Pirajá, tem perfil mais refinado que as casas-irmãs. Sua classuda ambientação evoca a atmosfera boêmia dos anos 50. Espelhos, cartazes lambe-lambes e a iluminação amarelada enchem de nostalgia o lugar. Disputadíssimo, o salão costuma receber turmas de advogados, grupinhos de publicitárias e outros profissionais. Para beber, a maioria opta pelo chope (Brahma) de alta patente ou pelas caipirinhas dos barmen Pereira e Tarcísio, entregues nas mesas por garçons engravatados. A competente cozinha prepara boas e velhas receitas, como estrogonofe, steak tartar, filé à oswaldo aranha (coberto com alho) e picadinho guarnecido de ovo poché, pastelzinho e banana à milanesa.
Bar Barão – Rua Barão de Duprat, 561 - Centro
Nas imediações da Rua 25 de Março e do Mercado Municipal, é um filhote legítimo do Léo. Foi aberto pelo mesmo fundador do ultrafamoso boteco da Rua Aurora, o curitibano Leopoldo Urban, e até o início dos anos 90 chamou-se O Léo. Percebem-se traços comuns a ambas as casas, como o ambiente de estilo alemão, os canapés preparados à vista dos clientes (de lingüiça tipo blumenau) e o ótimo chope (Brahma). A bebida percorre 150 metros de serpentina antes de desembocar na caldeireta. Vem à mesa com gás na medida e coberto por um creme uniforme e duradouro. Depois de beber umas e outras, puxe papo com o garçom Helio Souza da Motta, lenda viva do lugar. Ele trabalha ali desde a inauguração, em 1968.
HAPPY HOUR
Pandoro – Avenida Cidade Jardim, 60 – Jardim Europa
Um dos símbolos da boemia paulistana, o Pandoro ficou fechado por quase dois anos e, felizmente, ressuscitou. O tradicionalíssimo endereço da Avenida Cidade Jardim, fundado em 1953, voltou à ativa em abril bem mais sofisticado. Suas instalações atuais lembram pouco o velho Pandoro. Ganhou dois salões extras, uma charmosa área ao ar livre arborizada, TVs de plasma, adega para 800 garrafas e hostess à porta. Uma coisa, porém, não mudou por lá: a vitalidade da happy hour. Próxima aos escritórios da Faria Lima, a casa fervilha a partir do cair da tarde. Se antes predominava uma atmosfera de clube do bolinha, o público atual está diversificado. Ao lado de cinqüentões e sessentões de terno e gravata, há também turmas jovens e casais. Para tornar a hora feliz ainda mais feliz, recorra ao coquetel caju-amigo, criado ali em 1955. Conhecedor da receita original, o barman Guilhermino Ribeiro dos Santos e sua equipe preparam em média 400 unidades por noite. Essa célebre combinação de vodca, suco de caju concentrado, compota de caju em calda, açúcar, gelo e um segredinho faz qualquer um esquecer o mico da hora do rush.
Bar do Juarez – Avenida Jurema, 32 4 - Moema
Mesmo sem grandes diferenciais, o boteco chique criado em 1999 pelo ex-balconista, ex-chapeiro e ex-garçom Juarez Alves virou um dos mais bem-sucedidos da cidade. Vive abarrotado. Além da matriz de Moema, ele comanda atualmente duas grandiosas filiais - a do Itaim e a do Brooklin, esta última inaugurada em junho na esquina da Avenida Vereador José Diniz com a Rua Joaquim Nabuco. E mais: já bastante movimentada, a quarta casa, em Pinheiros, funciona na Rua Deputado Lacerda Franco. Em todas elas fazem sucesso o chope (Brahma) de colarinho alto, o variado balcão de acepipes e a picanha fatiada no réchaud, guarnecida de salada de repolho e cenoura, farofa, vinagrete, alho torrado e pão italiano.
MUSICA AO VIVO
Bourbon Street Music Club – Rua dos Chanés, 127 - Moema
No ano em que completa uma década e meia de funcionamento, o conhecido endereço de Moema retorna ao time dos campeões pela terceira vez. Em seu ambiente à moda de Nova Orleans, tudo respira música: do balcão do bar pontilhado pelas teclas brancas e pretas de um piano à chopeira em formato de saxofone. Na decoração aparecem também objetos doados por astros do primeiríssimo time que passaram por seu palco. Entre eles, há um paletó colorido de Ray Charles, uma gravata de John Pizzarelli, os óculos escuros da cantora Diane Schurr e a guitarra Lucille autografada pelo mito B.B. King. Nada disso, porém, justificaria o prêmio se a casa não mantivesse uma seleta agenda de shows, centrada em jazz, funk, soul, blues e r&b, mas não só isso. Em 2008, estiveram em ação por lá o lendário blueseiro inglês John Mayall, o cantor uruguaio Jorge Drexler, a diva Jane Birkin e, na série Terça por Elas, as cantoras Ana Cañas, Marina de la Riva, Mariana Aydar, Bruna Caram e Eugénia Melo e Castro. Além, claro, de muitos artistas de Nova Orleans. Para mergulhar no clima, prove o coquetel mint julep. Típico do sul dos Estados Unidos, combina em copo alto bourbon, hortelã, açúcar e club soda. Fique ligado: quando há atração internacional, o couvert artístico aumenta bastante.
Brahma – Av. São João, 677 - Centro
O célebre bar do centro, aberto em 1948, completou respeitáveis 60 anos com motivos de sobra para comemorar. Sua história quase terminou no fim da década de 90, quando fechou as portas e atendia pelo nome de São João 677. Recuperado, reencontrou o prumo ao apostar em apresentações de artistas da velha-guarda, como Cauby Peixoto, que faz uma temporada de sucesso há quase quatro anos, sempre às segundas-feiras. Em junho, para marcar seu aniversário, a casa ganhou uma nova ala, intitulada Esquina da MPB. Ali, apesar da acústica ruim, rolam shows de novos nomes da música brasileira. Caso prefira beber um chopinho (Brahma, é claro) e apreciar o visual das ruas do centro, acomode-se na agradável varanda, logo na entrada. Para garantir um bom lugar nos shows, recomenda-se fazer reserva.
PARA IR A DOIS
Buda – Rua Harmonia, 112
À meia-luz, o salão combina paredes rústicas de tijolinho aparente, duas fontes e tecidos no teto simulando uma tenda. É possível até ser atendido numa cama recostado em almofadas orientais. O enxuto cardápio reúne petiscos como os briouats (pasteizinhos triangulares recheados).
Terraço Itália – Avenida Ipiranga, 344 – 42º. andar
Um dos mais célebres programas românticos da cidade é subir ao topo do Edifício Itália. Ali, além do restaurante, funciona um escurinho piano-bar. Todo envidraçado, o salão permite contemplar a metrópole a 160 metros de altura, com suas luzes a sumir no horizonte. A atmosfera convida a um brinde com estilo. Por isso, não faltam na carta de bebidas coquetéis na medida para fazer tintim, entre eles o kir royal (espumante com creme de cassis) e o bellini (espumante com suco de pêssego).
PARA PAQUERAR
Dry – Rua Padre João Manuel, 700 – Jardim Paulista
A abertura da casa, no mês de março, foi um acontecimento na noite paulistana. Fazia tempo que não se falava tanto de um lugar. Nota-se isso pelos votos do júri. O Dry recebeu indicações nas categorias fim de noite, lugar para ver e ser visto, barman do ano e na estreante bar revelação, da qual se saiu vencedor na edição 2008/2009 do guia Comer&Beber - O Melhor da Cidade. Instantaneamente e com muito glamour, tornou-se o novo point de boêmios chiques e do povo da moda. Difícil imaginar como cabe tanta badalação num espaço tão reduzido. Na esquina da Alameda Tietê com a Rua Padre João Manuel, seu ambiente de atmosfera cool comporta 100 pessoas. Quando bate a lotação, a porta fecha e só se entra quando alguém decide sair. No estiloso visual, bolado pelo arquiteto Bruno Guedes, sobressaem o teto forrado por 160 luminárias e a parede dos fundos, coberta por bolas de bilhar. Com a saída do barman Kascão da casa, assumiu o balcão seu assistente, Eduardo Renna. Sempre a postos atrás do balcão, o barman eleva a eletricidade com seus poderosos e precisos dry martínis e variantes. Diz preparar cerca de 120 deles por dia. Para atrair a mulherada, criou uma versão menor, o baby martíni, servido numa tacinha de 50 mililitros. Tudo isso, aliado a uma contagiante trilha sonora ambiente, que vai de Frank Sinatra e Caetano Veloso a Amy Winehouse e R.E.M., embala as noitadas até as 4 da manhã.
Boteco São Bento – Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr, 474 – Itaim Bibi
Um dos principais focos de agito da Vila Madalena, o Boteco São Bento ganhou sua primeira filial, ainda mais grandiosa, no fim de 2007. Foi erguida numa área de 900 metros quadrados no coração do Itaim, na esquina da João Cachoeira com a Leopoldo Couto de Magalhães Júnior. Desde a inauguração, vive bombando de gente, com eterna espera para sentar. Todo esse clima de oba-oba, naturalmente, beneficia a paquera. Por isso, no salão de pé-direito altíssimo (de 5 metros) vêem-se poucos pares e muitas, muitas turmas. Umas só de garotas, outras só de rapazes, sempre de radar ligado no vaivém. Além disso, batidas de house e dance, disparadas por DJ, dão um astral ainda mais festivo ao pedaço. Para quebrar o gelo e encorajar os mais tímidos a arriscar uma abordagem, garçons entregam de mesa em mesa um chopinho (Sol, Heineken e Xingu) nos conformes, servido na tulipa. Se tudo der certo, saiba, existe uma área externa com duas jabuticabeiras e bem menos barulho na medida para acolher os novos casais.
FIM DE NOITE
Genial – Rua Girassol, 374 – Vila Madalena
Depois de montar os prósperos Filial e Genésio na Rua Fidalga, os irmãos Ricardo, Arnaldo, Helton e Ronen Altman, mais seu sócio fluminense Ricardo Freire, abriram em 2006 um terceiro boteco na Vila Madalena. O Genial, na Rua Girassol, reúne características de seus antecessores, como o piso quadriculado, as mesas com tampo de mármore e o cardápio escrito em lousas nas paredes. Herdou também um dos principais predicados dos dois mais velhos: a vocação boêmia. Assim, leva o título de o melhor fim de noite pelo segundo ano consecutivo. Sobretudo a partir da 1 da manhã, quando a maioria dos bares encerra as atividades, começa a chegar gente disposta a esticar a noitada ali. Entre rodadas de chope (Brahma), tirado com colarinho largo e cremoso, um público descolado enche de badalação a madrugada. Numa das paredes, é possível apreciar mais de 120 fotos emolduradas de Villa-Lobos, Garrincha, Salvador Dalí, Oscar Niemeyer, Carmen Miranda e outros "geniais". A cozinha não pára antes das 3h30, às sextas e aos sábados, e das 2h30, de domingo a quinta. Mesmo após esses horários, é possível fazer uma boquinha. Para a alegria dos notívagos, a casa oferece um cardápio especial até o último cliente. Inclui porções de frios e queijos, sanduíches e ótimos caldinhos, entre eles o de mandioquinha, camarão e gorgonzola.
Estadão – Viaduto 9 de Julho, 193 - Centro
É preparado aqui o mais famoso sanduíche de pernil da cidade. Imbatível, o gordo recheio contempla 110 gramas de carne de porco em um saboroso molho de cebola, pimentão e tomate. Vem no pão francês. Há quem peça para incrementar o superlanche com queijo. Toda manhã, pernis inteiros são comprados no Mercadão da Cantareira e temperados apenas com sal. Ficam quase quatro horas no forno, até ganhar a macia textura que atrai gente de todo canto, de taxistas a baladeiros, a qualquer hora do dia e da noite.
VARIADOS
Astor – Rua Delfina, 163 – Vuila Madalena
Dos mesmos donos do Original e do Pirajá, tem perfil mais refinado que as casas-irmãs. Sua classuda ambientação evoca a atmosfera boêmia dos anos 50. Espelhos, cartazes lambe-lambes e a iluminação amarelada enchem de nostalgia o lugar. Disputadíssimo, o salão costuma receber turmas de advogados, grupinhos de publicitárias e outros profissionais. Para beber, a maioria opta pelo chope (Brahma) de alta patente ou pelas caipirinhas dos barmen Pereira e Tarcísio, entregues nas mesas por garçons engravatados. A competente cozinha prepara boas e velhas receitas, como estrogonofe, steak tartar, filé à oswaldo aranha (coberto com alho) e picadinho guarnecido de ovo poché, pastelzinho e banana à milanesa
Bar do Santa – Rua Fidalga, 330 – Vila Madalena
Bem ao lado do restaurante Santa Gula e dos mesmos proprietários, o bar lembra muito pouco o clima intimista da casa-mãe. Mais disposto a atrair turmas de amigos, vale-se de um salão amplo, rústico e de pé-direito alto, decorado com certa simplicidade. Logo na entrada, uma agradável varanda detém a preferência nas noites claras. O menu propõe sabores de diferentes nacionalidades, a exemplo do mexicano chili com nachos e do oriental guioza de frango levemente picante guarnecido de chutney de ameixa. Além de cervejas da Baden Baden, da Devassa e da Eisenbahn, a casa serve com exclusividade em São Paulo o chope Baden Baden, nas versões claro e bock.
CACHAÇARIA
Água Doce Cachaçaria – Av. Macuco, 655 - Moema
Com quase 100 unidades espalhadas pelo país, a rede de cachaçarias nascida em Tupã, no interior do estado, chegou à cidade dois anos atrás. Em seu ambiente de jeitão caipira, reúnem-se muitas turmas de amigos. Constam do cardápio cerca de 300 rótulos de aguardente.
O farto escondidinho (carne-seca desfiada coberta com purê de mandioca, catupiry e mussarela gratinados dá para até três pessoas) é o carro-chefe da cozinha. De quinta a sábado, MPB no formato voz e violão.
Consulado da Cachaça – Rua Santa Justina, 434 – Vl. Olimpia
Nem o ambiente nem a programação musical: o que interessa mesmo aqui é a carta de cachaças. A casa, inaugurada em março, oferece aproximadamente 400 rótulos, espalhados em muitas prateleiras pelo salão. As branquinhas estão organizadas hierarquicamente no menu, que traz informações sobre origem, cor e tempo de envelhecimento.
Servidas em simpáticas canequinhas de ágata, as doses variam entre (a mineira Correinha, envelhecida por cinqüenta anos em barril de carvalho). No palco, dependendo do dia, há MPB, show de samba com mulatas ou duplas sertanejas.
CIGAR BAR
Os chamados cigar bars são endereços onde apreciadores de tabaco podem acender um charuto sem constrangimento, pedir uma bebida e encontrar pessoas que compartilham a mesma paixão. Casas como a Ranieri Pipes, nos Jardins, e a Tamanduá, em Moema, oferecem esse tipo de ambiente, nada recomendável para não-fumantes.
Lenat – Av. Brig. Faria Lima, 1191 – Itaim-Bibi
Localizada na nova ala do Shopping Iguatemi, a tradicional tabacaria Lenat também criou um espaço do gênero em seu pequeno mezanino. Entre uma e outra baforada, os freqüentadores assistem a shows numa tela de plasma de 42 polegadas, lêem jornais ou revistas e bebem drinques preparados pelo competente barman Souza (ex-Hampton). O mojito (rum, hortelã, suco de limão, açúcar e água com gás) ou o clássico manhattan (Jack Daniel’s, vermute tinto e angostura) combinam bem com os cubanos. Além de charutos da ilha de Fidel, caso do Monte Cristo Nº 4, a loja vende marcas brasileiras (Dona Flor Robusto) e dominicanas (Davidoff Short Perfecto).
O cardápio inclui uma pequena lista de uísques (Johnnie Walker 12 anos), conhaques (Courvoisier VSOP) e licores (Drambuie). Um ponto a melhorar é a oferta de tira-gostos, com apenas duas opções lascas de parmesão e mix de frutas secas.
Tabacaria Davidoff – Rua Normandia, 86 – Vila Madalena
As duas unidades, uma nos Jardins e outra em Moema, dispõem de um pequeno cigar bar que convida a degustar charutos em ambiente amigável e discreto. Na happy hour, os apreciadores de um puro podem acender dominicanos e hondurenhos da marca Davidoff, além de cubanos e brasileiros, enquanto bebericam doses de uísque, vinho do Porto ou brandy (Fundador). Entre as setenta variedades de charuto, há o Avo Domaine 20, da República Dominicana.
PIZZA BAR
Armesto Discos – Rua Aspicuelta, 251 – Vila Madalena
O pizza-bar mudou de direção, mas isso não alterou a qualidade dos discos de borda alta, preparados somente no jantar. Suas mesas ficam num simpático quintal nos fundos, sob cobertura transparente e ao redor de uma pitangueira. Para beliscar, pão de calabresa e corniccione (massa assada com alecrim, azeite e sal grosso). Entre as 42 coberturas de pizza merecem atenção a carmela (molho de tomate, mussarela de búfala, tomate-cereja e pesto de rúcula) e a dedo de moça (molho de tomate, lingüiça defumada, pimenta dedo-de-moça e cebola). Acompanhe-as com uma cerveja (Bohemia, Original, Serramalte ou Stella Artois).
Dona Redonda – Rua Helion Povoa, 53 – Vila Olímpia
A ausência de talheres é proposital. Nesse pizza-bar, numa ruazinha próxima à esquina das avenidas Hélio Pellegrino e Santo Amaro, os clientes são convidados a saborear as pizzas com as mãos. Para facilitar o manuseio dos pedaços, as redondas chegam cortadas em doze fatias, em vez das oito habituais. O cardápio lista 28 coberturas, como a san marco (shiitake, mussarela e molho de tomate) e a campanile (ricota temperada, tomate-cereja, azeite trufado, folhas de manjericão e molho de tomate). Novidade: uma pizza de sobremesa que leva leite condensado e pedaços de bombom Sonho de Valsa
ESPETINHOS
Mosteiro San Galo – Rua Harmonia, 394 – Vila Madalena
Tem clima despojado, como manda a tradição da Vila Madalena. Acomodado naquelas cadeiras dobráveis de madeira, o pessoal enche o tanque com um chopinho gelado (Brahma), servido na tulipa.
Para escoltá-lo, há 24 opções de espetinho à la carte, acompanhados de farofa, vinagrete e pão francês. O de baby beef e o de lingüiça com queijo são boas pedidas. O nome do bar refere-se ao mosteiro suíço onde, reza a lenda, se utilizou pela primeira vez o lúpulo na fabricação da cerveja, entre os anos 700 e 800.
Santa Helena Bar & Espeto – Av. Helio Pelegrino, 204 – Itaim-Bibi
Depois de lacrada pelo Programa de Silêncio Urbano (Psiu), da prefeitura, a casa voltou a funcionar em abril. Especializada em espetinhos, tem ambiente ao estilo dos bares da região, com pé-direito alto e um telão de 150 polegadas que atrai a atenção da moçada em dias de jogos de futebol. Os garçons oferecem o churrasquinho no palito de mesa em mesa e paga-se por unidade. Entre as 28 opções, há alcatra, coração de frango, cafta, salsichão, picanha, queijo de coalho, shimeji e pão com alho. Serve chope (Brahma e Brahma Black).
GLS
Farol Madalena – Rua Jericó, 179 – Vila Madalena
Apesar da efervescência boêmia, a Vila Madalena reserva poucas opções para o público GLS, a exemplo desse bar próximo ao Fórum de Pinheiros. Numa casa térrea, faz sucesso há onze anos. Garotas que curtem garotas dividem uma cerveja (em garrafa de 600 mililitros) ou bebericam uma caipirinha enquanto assistem a shows ao vivo de pop rock e MPB. Entre as boas do cardápio estão o shimeji na manteiga e os pastéis de carne, queijo prato, palmito, frango e carne-seca com catupiry.
Piaf Bar e Bistrot – Alameda Franca, 303 – Cerqueira César
Criado em 2008 para ser um point gay pré-balada, o Piaf Bar e Bistrot ampliou seus horizontes. Além de turmas com pique de festa, passou a atrair também grupos comemorando aniversário e casais dispostos a um papo reservado. Compartimentada em vários ambientes, a casa ocupa um agradável sobrado na Alameda Franca, entre a Rua Pamplona e a Avenida Nove de Julho. A diva francesa Edith Piaf não é lembrada na decoração moderninha, mas no cardápio. Uma das canções imortalizadas em sua voz dá nome ao adocicado drinque la vie en rose, combinação de gim e xarope de amora. Na seleção etílica ainda estão cervejas como a mexicana Dos Equis. Para acompanhar, experimente o croquete de cordeiro. Às terças, quem pede um coquetel ganha outro igual. A mesma promoção vale para os petiscos, às quartas.
RESTAURANTES
CARNES E RODÍZIOS
Búfalo Grill (até R$ 50,00) - Av. Ver. José Diniz, 205 – Sto Amaro
Com preços mais em conta, atrai grande freguesia para seu amplo salão. A oferta de carnes que passam pelo espeto varia entre mais de vinte cortes, dos quais se destacam o baby beef, o entrecôte e o carré de cordeiro. No bufê, mantém saladas, sushis e receitas árabes.
Montana Grill (de R$ 51,00 a R$ 75,00) – Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 816 – Itaim-Bibi
Faz parte de uma rede de churrascarias de sucesso e tem por sócios Chitãozinho & Xororó e o empresário Ari Nedeff, dono também do Novilho de Prata. Sempre com gentileza e aquela rotineira insistência em servir o maior número de itens possível, os garçons oferecem bife ancho, picanha e paleta de cordeiro sem parar. De complemento, o bufê alinha saladas, pastas árabes e vários pratos quentes.
Fogo de Chão (de R$ 76,00 a R$ 125,00) – Av. Moreira Guimarães, 964 - Moema
A mais premiada e conhecida rede de rodízios da cidade leva o título pela sétima vez na edição 2008/2009 do guia Comer&Beber - O Melhor da Cidade. Esse êxito é fruto do empenho do proprietário Arri Coser, gaúcho de Encantado, em oferecer o melhor no espeto corrido. Ao contrário do que acontece em outras casas do gênero, o Fogo de Chão nunca diversificou o bufê com pratos de frutos do mar ou itens como sushis. Em suas churrascarias, nada deve competir com as carnes. Elas reinam soberanas pelo salão, onde garçons para lá de atenciosos deslizam oferecendo picanha, fraldinha, bife ancho, alcatra, maminha, costela, cordeiro e até uma perdiz dourada. Antes de passar aos cortes, prove a deliciosa morcilla. Na hora da sobremesa, um doce criado pelo confeiteiro Flavio Federico excede qualquer expectativa: homenagem ao Porto. Essa musse de chocolate leva recheio de vinho do Porto. A bem montada carta de vinhos reúne tintos de qualidade, caso do argentino Santa Julia Malbec Reserva 2006. Além das três unidades paulistanas, a rede se espalha por Salvador, Brasília, Belo Horizonte e onze filiais nos Estados Unidos.
ITALIANOS/CANTINAS
La Buca Romana (até R$ 50,00) – Rua Oscar Freire, 2117 - Pinheiros
Já foi uma rede com vários endereços, Hoje, limita-se a três casas na cidade. Em todas elas, o cardápio é idêntico. Oferece massas individuais e a preços razoáveis. Prefira as tradicionais, entre as quais o penne all'arrabbiata e o nhoque à bolonhesa. A seleção de carnes inclui filé mignon ao molho madeira guarnecido de risoto de cogumelo seco.
Cantina do Piero il Vero (de R$ 51,00 a R$ 75,00) – Rua Haddock Lobo, 728 – Cerqueira Cesar
Entre as muitas cantinas da cidade abertas pelo imigrante italiano Pier Luigi Grandi, o Piero, esta é a única que pertence à sua família. Tullio, filho dele, cuida da administração e da cozinha. O herdeiro das receitas continua a fazer penne à silvio lancellotti (molho de tomate ao gorgonzola, manjericão e cebola) e ravioloni à dino zoff (recheado de carne ao molho rosé gratinado com catupiry e gorgonzola). No extenso cardápio, há apenas cinco receitas individuais. Como não faz meias porções e os pratos são enormes, recomenda-se ir em duplas
PEIXES E FRUTOS DO MAR
Salmon & Co. (ATÉ r$ 50,00) – Al. Jaú, 1199 – Cerqueira Cesar
Originalmente, era um endereço dedicado às receitas de salmão. Pouco a pouco, ampliou consideravelmente o cardápio, que tem receitas simples a preços razoáveis. Além do peixe rosado chileno com o qual faz inclusive um hambúrguer ao catupiry, prepara truta ao molho de manga, pescada à dorée, bacalhau à gomes de sá e camarão ao molho rosé.
Al Mare (de R$ 51,00 a R$ 75,00) – Avenida Pavão, 109 - Moema
Único endereço da rede de cantinas Don Pepe di Napoli especializado em pescados. Seu cardápio contempla sugestões para duas pessoas, entre elas moqueca mista (peixe, lula, marisco, camarão, cebola e tomate ao leite de coco), pescada-cambucu grelhada à siciliana (molho de tomate, alcaparra, azeitona e orégano mais arroz branco de guarnição) e risoto de camarão com legumes.
Rufino's (de R$ 76,00 a R$ 125,00) – Rua Dr. Mario Ferraz, 377 – Itaim-Bibi
A dupla de casas descende de um restaurante de mesmo nome aberto no Guarujá no início dos anos 70. Apesar de adotarem cardápios quase idênticos, cada unidade paulistana tem um estilo de funcionamento. A pioneira, no Itaim, é um pouco mais cara. Em seu menu predominam os peixes inteiros, ideais para serem partilhados. É de menor tamanho o linguado ao molho de alcaparra guarnecido de batata sautée. Chega à mesa com fritas o camarão à paulista (seis crustáceos grandes na casca ao alho e óleo). No shopping, as sugestões são o polvo cozido acompanhado de brócolis, batata e cebola e o espaguete ao vôngole. De entrada, casquinha de siri.
ÁRABES
Almanara (até r$ 50,00) – Rua Oscar Freire, 523 – Jdim Paulista
Segue a cartilha clássica da culinária árabe desde sua abertura, em 1950. No cardápio enxuto e idêntico de cada uma das oito unidades paulistanas, o cliente pode iniciar a refeição com o trio de pastas homus, babaganuche e coalhada seca. De verdura ou de carne, as esfihas estão sempre quentinhas. O arroz sírio é uma boa guarnição para o michui de filé mignon (espeto de cubos de carne intercalados por cebola e tomate). Na seleção de doces, o ataif mostra-se uma pedida sem erro. Trata-se de uma panqueca fechada como um pastel, recheada de um mix de castanhas e regada por quantidade generosa de calda.
Arábia (de R$ 52,00 a R$ 75,00) – Rua Haddock Lobo, 1397 – Jardim Paulista
A proprietária Leila Youssef Kuczynski tirou do caderno de receitas familiares as sugestões servidas no Arábia. São preparações simples, mas tão plenas de sabor que não há como não se render a elas. Tome-se por exemplo a salada tabule, sem a menor semelhança com essas versões que pululam pela cidade. O ingrediente básico é a salsinha picada, à qual se somam hortelã fresca, um quase nada de tomate picado e uma pitada de trigo moído. De tempero, suco de limão e azeite de oliva de qualidade. Igualmente espetacular, o michui de filé mignon é o churrasquinho árabe. Compõe-se de cubos de carne alternados com cebola e tomate passados pelo calor de brasas para ganhar um aroma de tostado. De acompanhamento, um singelo arroz na manteiga com macarrão cabelo-de-anjo. Capítulo especial do cardápio, as sobremesas incluem sorvetes maravilhosos (de nata coroado por doce de figo seco). A carta de vinhos traz várias opções atraentes, todas com a indicação do teor alcoólico. O libanês tinto Château Ksara 2005 está entre elas.
PIZZARIA
Bráz (até R$ 50,00) – Rua Graúna, 125 - Moema
Depois de perder em 2007 e 2006 para a Quintal do Bráz -- aberta em 2006 pelo mesmo grupo de sócios --, a rede Bráz retorna vitoriosa na edição 2008/2009 do guia Comer&Beber - O Melhor da Cidade. Suas pizzas, que continuam ótimas, foram aprimoradas. Entre as inovações, o molho usado para cobrir os discos leva tomate san marzano D.O.P. (denominação de origem protegida), trazido com exclusividade de uma região ao sul da Itália junto ao Vesúvio. Sobre essa base, os pizzaiolos assentam especialidades como a rio (mussarela especial, abobrinha em palitos, berinjela em cubos e tomate) e a marcante carbonara (mussarela, pancetta em cubos, ovo cozido e espremido, queijos grana padano e pecorino mais uma pitada de pimenta-do-reino). Para iniciar a refeição, peça a ótima burrata, uma mussarela cremosa. Também cai bem de entrada o enroladinho de calabresa moída, mussarela e alecrim chamado de piquenique. Consulte a carta de vinhos, que traz o português tinto Monte das Ânforas 2005. Ou fique no chope Brahma, tirado no capricho.
Monte Verde Itaim (até R$ 50,00) – Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 198 – Itaim-Bibi
Mais arrumadinha que a Monte Verde do Bom Retiro, a casa homônima do Itaim pertence a outros donos. Entre as deliciosas versões, a sardela mistura patê de pimentão vermelho com aliche, mussarela, parmesão e abobrinha. Chope Sol.
Leona (de R$ 51,00 a R$ 75,00) – Rua Constantino de Souza, 582 – Campo Belo
Faz parte o grupo de megapizzarias da cidade e tem mesas distribuídas por dois pavimentos repletos de verde nas laterais. Mesmo gigantescos, seus salões estão sempre lotados. A tradicional mussarela vem salpicada de orégano e enfeitada por azeitonas pretas. Na tacchino, espalham-se catupiry e fatias de peito de peru. Chope Brahma.
A Tal da Pizza (de R$ 76,00 a R$ 125,00) – Rua Dr. Mario Ferraz, 351 – Itaim-Bibi
Desde o ano passado, a pizzaria nascida na Granja Viana tem uma concorrida unidade no Itaim. O sistema de funcionamento das duas casas é semelhante, mas não chega a ser idêntico. Na filial paulistana também se come sem a ajuda de talheres, só que, ao contrário da matriz, essa casa mantém uma atenciosa brigada para pegar as bebidas e anotar tudo o que foi consumido. Preparada com ingredientes simples e aromáticos, a santiago leva alho, azeite, molho de tomate, parmesão e orégano. A ômega traz uma base de tomate fatiado colorida por lascas de atum, pasta de azeitona preta e alcaparra. Na boa carta de vinhos, estão sugestões para todos os bolsos. Entre as de melhor custo-benefício encontra-se o chileno Carmen Carmenère Classic 2006, no Itaim. Na Granja Viana, as reservas são imprescindíveis.
NATURAIS
Cheiro Verde (até R$ 50,00) – Rua Peixoto Gomide, 1078 – Cerqueira Cesar
Ocupa um sobradinho de frente para o Parque Trianon e oferece opções ovolactovegetarianas apenas à la carte. As receitas são feitas sob a orientação do casal de proprietários Majô e João Ventura. Chama-se primavera o risoto de arroz integral, castanha-de-caju, passas, legumes, parmesão e mussarela de búfala. Um dos mais pedidos, o tofumix é uma panqueca recheada de tofu refogado com tomate, cogumelo e azeitona ao curry. Esses dois pratos vêm guarnecidos de salada de alface, broto de feijão e cenoura. Raridade no universo natureba: tem cerveja no cardápio.
Le Manjue Bistrô (de R$ 51,00 a R$ 75,00) – Rua Inacio Pereira da Rocha, 273 – Vila Madalena
Foi-se o tempo em que cozinha de linha naturalista era sinônimo de pratos insípidos. No Le Manjue Bistrô, aberto em uma antiga casa com vigas de madeira aparentes no teto, o chef Renato Caleffi (ex-Empório Siriúba) dá preferência aos ingredientes orgânicos sem abrir mão do sabor nem se limitar aos vegetais - há espaço para carnes, aves, peixes e frutos do mar. O menu montado pelo cozinheiro traz uma curiosa variedade de receitas americanas e asiáticas. Percebe-se uma coleção de acertos, ainda que vez ou outra o uso excessivo de condimentos mascare as matérias-primas.Prato de fusão, a jambalaia é uma variante da paella espanhola com influências francesas e africanas surgida pelas mãos de imigrantes no estado americano da Louisiana. Numa das versões moderninhas de Caleffi, o arroz chega misturado a camarão, banana e curry. Não sem certo exagero, o curry entra também no escondidinho de frango. Mais delicada, a tilápia marinada em ervas ganha molho de vinho branco mais um toque cítrico de maracujá e laranja. De companhia, recebe cuscuz de quinoa e saladinha. Antes de pedir os pratos, desfrute o couvert, composto de pão indiano nan, berinjela defumada e chutneys variados.A sobremesa inclui pedidas como a ganache de chocolate espessada por banana verde em calda de frutas vermelhas. Na carta de vinhos, predominam rótulos orgânicos que não chegam a entusiasmar. Serve café-da-manhã até as 11h30 e brunch até as 13h30 nos fins de semana. Todos os dias, no jantar, também assa pizzas no pão nan. Cadastre-se
VARIADOS
Insalata (até R$ 50,00) – Alameda Campinas, 1474 – Jdim.Paulista
No agradável ambiente, com paredes de tijolos à vista, a atração é a lista de saladas. A caprina agrega queijo de cabra aquecido ao mel sobre mix de folhas verdes, repolho roxo, tomate-cereja e pêra, enquanto a verona combina folhas variadas, melão, castanha-de-caju, presunto cru e queijo parmesão. Não há, porém, nenhum radicalismo vegetariano. Carne, peixe e frango são muito bem-vindos. Grelhados como o hambúrguer de fraldinha ganham a parceria de legumes e arroz de sete grãos. As massas também estão no menu. Para beber, o tinto argentino Alamos Malbec 2007.
Senzala (de R$ 51,00 a R$ 75,00) – Praça Panamericana, 41 – Alto de Pinheiros
Há de tudo um pouco: grelhados, massas, aves, pescados e pizzas no jantar. Lasanha ao catupiry e badejo grelhado com camarões na manteiga na companhia de risoto de brócolis.
Casa da Fazenda do Morumbi (de R$ 76,00 a R$ 125,00) – Av. Morumbi, 5594 - Morumbi
Seduz pelo ambiente, a sede restaurada de uma fazenda de chá que pertenceu ao padre Antônio Feijó. Seus salões, decorados de maneira clássica, abrem-se para um belo jardim. Não fosse por pratos do dia como a carne-seca guarnecida de purê de feijão, arroz, quibebe, couve e ovo frito, oferecida às quartas, e o bufê de feijoada de sábado, era possível dizer que se trata de uma casa italiana. A transformação do menu vem ocorrendo há quase dois anos, desde a chegada do chef Vincenzo Vessicchio, natural de Salerno. Ele prepara fusilli fresco com aspargo, tomate, camarão e lula e ossobuco de vitelo guarnecido de risoto à milanesa. Aos domingos, monta bufê.
OBS.: Os valores indicados são por pessoa